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Editorial
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Editorial : “Processo de Nachingwea”
PGR à margem de um crime político e demitida das suas funções
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Maputo (Canalmoz) - A notícia de que os familiares dos cidadãos moçambicanos desaparecidos se preparam para criar uma associação (Leia na nossa edição de 25 do corrente, terça-feira) destinada a criar as bases para um processo judicial a ser movido contra o Estado Moçambicano serve para confirmar a precariedade do nosso sistema de Justiça. Há mais de 35 anos, tinha lugar num campo de treino militar da Frelimo, em território tanzaniano, uma espécie de “julgamento” envolvendo cidadãos moçambicanos detidos pela Frelimo à revelia dos tribunais, uns, raptados no estrangeiro, outros, e que depois foram “sentenciados” à “reeducação”, pena não prevista em nenhum Código Penal em vigor em Moçambique. A Frelimo desempenhou em simultâneo, no âmbito desse processo, o papel de acusador e de “juiz”. Os acusados não tiverem direito a defesa legalmente constituída. Esse simulacro de justiça serviu para ilustrar o tipo e qualidade de justiça que estava reservada para os cidadãos moçambicanos na nação soberana prestes a nascer.
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| 2010-05-27 08:46:00 |
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Editorial
Na rota da ganância por dinheiro e poder, o crime é vencedor
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1 – O Presidente da República, o senhor Armando Emílio Guebuza, voltou a deixar-nos convencidos de que possa andar perdido à frente do Estado que os moçambicanos – ainda que apenas cerca de um quarto do total da população activa e com capacidade eleitoral – lhe disseram, em eleições, para governar. Parece que anda esquecido que é sua obrigação, como chefe do Estado, tratar por igual e com respeito, e, pelo menos na sua presença, exigir que os outros o respeitem como o mais alto magistrado da nação, mesmo que entre ele e eles exista, em ambientes privados e de intimidade pessoal, condições para farra.
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| 2010-04-29 07:11:00 |
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Editorial
Quem sucede a Guebuza?
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Maputo (Canalmoz / Canal de Moçambique) - Na Frelimo, coisas importantes para o país começaram a ter de ser faladas a partir do momento em que Joaquim Chissano, Presidente Honorário desse partido, no seu jeito matreiro e certeiro habitual, e com o seu costumeiro ar ingénuo, na mais recente reunião do Comité Central, na Matola, disse que, nas suas viagens pelo mundo, as pessoas estavam a perguntar-lhe se realmente a Frelimo ia mudar a Constituição para acomodar mais um mandato, o terceiro, de Armando Guebuza na Presidência da República.
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| 2010-04-16 06:32:00 |
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